“Soul Hammer” , a despedida de Barundar.
Barundar, seu “Soul Hammer” fora deixado para trás em algum local, ninguém faz idéia de onde esteja. A esperança de encontrar um meio para libertar a alma ou reviver o anão dourado fora perdida.
_Precisamos encontrá-lo. Disse Code, com um olhar melancólico.
_Creio que vá ser muito complicado pequeno. Responde Arthuro, percebendo a realidade dos fatos.
Dimble e Faelar olham seus amigos e lamentam por terem perdido o tal martelo que Arthuro e Code alegavam conter a alma presa de um antigo amigo deles. Então, Barundar se perde em meio a escuridão…
Passado a tempestade e o combate com os Gnolls, todos tentam entender onde estão, porem não conseguem saber, sem nenhuma pista. Dimble abre o mapa e vê os desertos mais próximos da terra dos Vales. São poucos, porem Anauroch é o mais provável, porem é um mar de areia sem fim, e sua reputação não é das melhores, um deserto que suas areias não param de avançam, cobrindo tudo de ano em ano, e afugentando as criaturas para as regiões civilizadas.
Os aventureiros ficam parados por dois dias, tentando descansar, avaliar as perdas, contabilizando seus suprimentos e tentando bola rum plano para voltarem aos Vales. Code sobrevoa a região em forma de águia, e não consegue ver nada alem de areia. Consegue ver pequenos pontos caminhando sobre as dunas, chegando perto consegue ver três pessoas (ao que aprece) com muitas roupas tampando todo o corpo e rosto. Em suas roupas está um emblema, Um Z sobrepondo uma circulo em preto. Code vê aquilo e decido voltar após sua exploração. Voltando ao acamapmento na beira da montanha Code revela o que viu, Dimble logo percebe se que trata de um símbolo dos Zhentarins. Então parece haver uma estrada ou trilha a ser seguida, e parece que realmente se trada de Anauroch. Mais um perigo, Zhentarins.
No segundo dia de espera decidem voltar para a caverna e tentar voltar ao portal. Planejam tudo o que devem fazer para passarem pelos Gnolls e evitar futuros combates dentro da caverna. Faelar, Dimble e Code preparam suas magias, focados para o combate contra os Gnolls. Subindo a trilha que leva até o patamar da entrada da Caverna, percebem que todo o patamar esta com uma camada mais grossa de areia, parece que a tempestade foi bem violenta nesta altitude.
Avistam a entrada da caverna e começam a se aproximar. Faelar conjura algumas magias, Armadura Arcana, Proteção Contra Projéteis. Pois sabe da habilidade dos Gnolls com arcos curtos. Passam pela abertura na montanha e logo a frente esta o corredor escuro e úmido. Percebem que suas presenças já foram notadas, devido a movimentação a frente. E quando menos se espera começa os ataque furtivos de flechas sendo disparadas. Faelar cria uma magia Globos de Luz, e as manda a frente, iluminando o local e revelando uma grande numero de Gnolls empunhando seus arcos.
Para proteger sues amigos dos ataques a distância, uma magia é conjurada Muralha de Vento, logo os ataques a distância dos Gnolls são inúteis, pois a forte Muralha de Vento impede a passagem dos projéteis. Faelar lança a magia Teia, prendendo todos os Gnolls se emaranhando. Pequenas bolas de fogo são lançadas pelo Encantador, que ao tocarem a teia se inflamam gerando um calor absurdo e chamuscando os Gnolls. A batalha esta terminada e os Gnolls não tem chance alguma!.
Consegue pegar após o combate, um pouco de suprimentos, algumas flechas, umas poucas moedas de ouro. Adentram o interminável salão da caverna sustentado por colunas, e começam a procurar o caminho de volta. Uma tarefa quase impossível, devido a dimensão, escuro e a paisagem muito repetitiva. Seguem um caminho, vão beirando a parede da caverna até encontrar uma região um pouco mas úmida, em que pequenas gotículas de água formam um fino veio na parede que escorre até formar uma minúscula poça que umedece essa parte da caverna. Nessa região mais úmida, podem observar alguns fungos crescendo em meio ao guano, e pequenos morcegos parados os observando grudados a algumas colunas. Mais a frente conseguem ver alguns sulcos na La lateral da parede, bem espalhados, e difícil de dizer como foram feitos, se pro processos naturais ou alguma criatura, como os Gnolls as poderiam ter feito. Dimble tem a atenção voltada para um fraco brilho fosco em um dos sulcos, o reflexo da tocha mágica de Faelar revela algo. O bardo se aproxima com cautela e vê em um dos buracos uma corneta de prata, com um dragão talhado da biqueira até o final da corneta, ele pega e a guarda.
Margeando a lateral da parede da caverna, conseguem avistar que a frente a parede termina, e percebem que foram afunilando, estão entre duas paredes da caverna, porem com uma distância considerável de um lado ao outro, cerca de 30 metros, logo estão no lugar errado. Onde a parede se fecha, conseguem ver algo parado bem colado a parede, aparentando ser um baú.
Todos chegam mais perto, o baú é feito de madeira, com detalhes e ferro, parece estar velho e com alguns musgos e fungos sobre ele. Um cadeado está trancado o baú. Arturo se põem a frente, saca sua Espada da Ferrugem (encontrada no antigo templo de Bhaal) de sua bainha de couro, e a encosta no cadeado de ferro. Com alguns segundos se passando percebe que o cadeado não começa a enferrujar, ele tenta puxar de volta a espada, porem ela esta presa, segura com as duas mãos e faz muita força, e nada. Sem menos esperar duas garras com unhas muito afiadas são cravadas em seus braços, e dois braços podem ser vistos saindo da lateral do baú, que logo se revela ter uma boca no lugar onde deveria ser a abertura da tampa.
Todos ficam surpresos, Arturo esta preto pelas fortes garras que com o tempo vai cravando cada vez mas fundo em sua pele, e o grande homem vai abaixando até ficar de joelhos de tanta dor. Assustado, todos tentam soltar Arturo, porem não conseguem. Uma cola pode ser vista segurando a espada junto ao corpo do baú. Todos sacam suas armas e começam a golpear o baú, porem suas armas vão se prendendo. Arturo já não agüenta mais, e começa a desmaiar. Percebendo que o guerreiro já está exausto, as magias começam a serem lançadas e surtem um grande efeito. Mais alguns segundo e as fortes garras soltam o corpo de Arturo no chão e também caem. Code se apresa para ajudar Arturo, enquanto, Dimble, Borin e Faelar, começam a analisar a criatura. Com alguns minutos de estudo, Faelar se lembra que se trata de um Mimico, uma criatura (Aberração) que assume a forma de objetos inanimados, tornando-se assim um inimigo que ataca de surpresa, são criaturas criadas por arcanos que servem para proteger seus pertences de caçadores.
Arturo já curado pelas magias de Code, se levanta e percebe que por pouco não deixa o plano material. Abrindo o baú com bastante medo, conseguem ver La dentro que o Mimico estava guardando algumas coisas. Um par de braceletes dourados, uma tela de um quadro enrolada e um vaso de cerâmica ornamental. Detectar magia, revela que os braceletes são mágicos.
Faelar pega os braceletes para identificá-los posteriormente e o vaso. Por descuido, Faelar vira o vaso e dele escorre uma poeira cinza. A poeira rapidamente toca o solo da caverna formando um montinho e espalhando pelo ar. Como em um passe de mágicas todas as partículas da poeira se juntam atraídas pelo monte. Os aventureiros se assustam e olham para Faelar, que diz. _Acho que vem algo por ai.
Dito e feito, o montinho de poeira no chão, começa a rodopiar e a subir, gira cada vez mais rápido, e toma a forma de uma criatura feita de poeira. Faelar bate o lho e percebe que se trata de um Elemental da Poeira, que parecia guardar o vaso de desavisados, ou descuidados.
A criatura parte para cima dos companheiros, rodopiando e criando uma forte corrente de ar, suas partículas giram tão rápido que começa a gerar cortes naqueles que estão dentro do pequeno ciclone. Os pequeninos são jogados longe pela força do vento gerado pelo Elemental, Code e Dimble não conseguem se aproximar, Arturo ainda desorientado, tenta golpear a poeira, sem muito sucesso, e Faelar invoca uma Esfera Flamejante, que acaba sendo muito eficaz contra a criatura. Sofrendo bastante no combate, eles conseguem derrotar a criatura, que para de rodopiar, e suas partículas de poeira tocam o chão novamente, porem agora separadas.
Code e Dimble se levantam, Faelar suspira, Arturo olha o Encantador com franzindo a testa e diz. _Tenha mais cuidado antes de mexer nas coisas que você não conhece Elfo, já temos problemas demais. Exausto e esbravejando, o guerreiro sai descontente com os últimos minutos conturbados.
_É… parece que será complicado encontrar o portal novamente, quem dirá o “Soul Hammer”. Disse o Musico, surpreso com os mistérios da caverna.
_Vamos mais a frente, não terminamos ainda de procurar, e esta caverna aprece ser bem grande, é só tomar cuidado. Borin tenta amenizar as coisas, confiante em seus instintos de anão em cavernas.
Faelar meio sem graça fica observando as coisas encontradas dentro do Mimico.